sexta-feira, 10 de abril de 2015

Abuso de poder...Procuradoria eleitoral pede a cassação de Beto Rosado e inelegibilidade dele por oito anos

Procuradoria alega favorecimento pelo excesso de divulgação durante campanha de 2014.
O deputado federal Beto Rosado Segundo, filho do ex-parlamentar federal Betinho Rosado e também filiado ao PP, pode ser cassado por abuso de poder, configurado pelo uso excessivo de veículos de comunicação de Mossoró, jornal impresso e blogs, durante a campanha eleitoral de 2014. O pedido de cassação está presente na Ação de Investigação Judicial Eleitoral, que já teve parecer favorável da procuradora regional eleitoral substituta, Cibele Benevides Guedes da Fonseca.
Nas considerações finais da AIJE, que deve ir a julgamento nos próximos dias, a Procuradoria Regional Eleitoral pede a cassação do diploma de deputado federal de Beto Segundo e a decretação de inelegibilidade dele para as eleições a se realizarem nos oito anos subseqüentes a esta eleição – o parlamentar é cotado para ser candidato a prefeito em 2016. O motivo seria a utilização excessiva dos veículos de comunicação.
“Essa maciça promoção pessoal e política do investigado tem relação direta com o pleito que acabou de acontecer, uma vez que a prática do ilícito foi utilizada como meio de viabilizar a eleição do investigado Betinho Rosado Segundo ao cargo de deputado federal do RN, pois a repetida veiculação de notícias a seu favor objetivavam claramente sua promoção política, fixando-o, mesmo que inconscientemente na mente do seus leitores”, afirmou Cibele Benevides.
Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral, durante toda a campanha eleitoral do candidato, em vários de suas edições, um dos jornais mossoroense reservou espaços para “noticiar qualquer fato, palavra ou acontecimento que tivesse como protagonista o investigo Betinho Rosado Segundo”. “A leitura contextualizada das diversas matérias e menções insertas nos tablóides revelam claramente o desbordamento dos limites traçados para a informação jornalística, como reflexo no processo eleitoral até então em andamento”, analisou a procuradora regional eleitoral.
“Basta se comparar a quantidade, o tamanho e o conteúdo das matérias acostadas com a defesa e aquelas mencionadas na inicial, para concluir pela evidente disparidade de tratamento, servindo, na verdade, para corroborar a tese do abuso ora sustentado”, afirmou ela, afirmando que, como o filho de Betinho Rosado estava concorrendo em sua primeira eleição e não ocupava qualquer cargo eletivo, não havia motivo para ter tanto espaço e destaque.
“Resta sobejamente evidenciada a repercussão do uso indevido do meio publicitário e, dadas as circunstâncias antes narradas, a gravidade da conduta de forma a afetar a normalidade e a legitimidade das eleições”, afirmou a procuradora regional.
Cibele Benevides reconhece que não há na AIJE qualquer evidência de que houve atuação de Beto Segundo (ou do pai dele) no sentido de cavar esse espaço nos jornais e blogs citados na ação. Contudo, mesmo assim, é possível provocar a punição do deputado federal por abuso de poder.
“Afigura-se irrelevante a comprovação da participação direta do beneficiário nos atos e fatos caracterizados da prática ilícita, uma vez que a demonstração do abuso torna a manifestação eleitoral viciada. De fato, o colendo TSE reiteradamente se posiciona no sentido de que o mero benefício da conduta não autorizada é suficiente para a procedência da ação de investigação judicial”, explicou ela.

Defesa descarta o favorecimento e compara espaços de Beto aos de Fafá e Sandra Rosado
Assim como a Procuradoria Regional Eleitoral, a defesa de Beto Segundo também já se apresentou as alegações finais da AIJE. E, como era obvio, os advogados do parlamentar tentaram diminuir a força dos argumentos utilizados pela procuradora regional eleitoral Cibele Benevides. Ressaltou que não há qualquer elemento que demonstre atuação de Beto Segundo no sentido de conseguir os espaços e afirmou ainda que as matérias não podem ser consideradas como fundamentais para mudar a balança eleitoral, uma vez que o pepista teve uma influência bem menor na mídia mossoroense que adversárias como Sandra Rosado (PSB) e Fafá Rosado (PMDB) – que não conseguiram se eleger deputados federais em 2014.
“No entanto, o MP não arrolou testemunhas na peça inicial e sequer contraditou as testemunhas arroladas pelo investigado limitando-se a questioná-las sobre a filiação partidária, que em nada se coaduna com a de Beto Rosado”
“Um único veículo de comunicação supostamente utilizado, quando existem dezenas em Mossoró e com muito mais alcance, diante de um eleitorado de mais de 150 mil, infinitamente maior do que a tiragem do jornal”, afirmou a defesa de Beto Segundo, acrescentando que, além da tiragem pequena do jornal, as matérias foram divulgadas em um curto período de tempo.
“O jornal impresso e os blogs mencionados na inicial, em que houve o suposto uso indevido para beneficiar sua candidatura, nem de longe são os mais lidos e acessados em Mossoró”, ressaltou a defesa do parlamentar, apontando ainda que “não houve desequilíbrio do pleito em relação aos candidatos concorrentes, principalmente considerando-se suas principais adversárias de Mossoró, Sandra Rosado (proprietária de um jornal impresso, uma emissora de rádio e uma de televisão) e a ex-prefeita por oito anos Fafá Rosado, com maciça penetração na mídia local”.
“Não há nas matérias propaganda eleitoral, que não se confunde com a informação ou divulgação de agenda do candidato”, afirmou os advogados de Beto Rosado. “Propaganda eleitoral é proselitismo, a busca do convencimento do eleitor, quase sempre com críticas aos adversários, o que está rigorosamente ausente das matérias que citam o investigado”, acrescentaram nas considerações finais.
“Também não há nos autos nenhuma prova da comprovação da autorização, por parte de Beto Rosado, quanto à veiculação de matérias em seu favor, muito menos de uso dessas em favor de qualquer candidato na forma como foi dito na inicial”, apontaram, como justificativa para a não condenação do parlamentar na AIJE.

Portal JH

SAIBA COMO DIMINUIR O TEMPO GASTO COM REDES SOCIAIS.

Sexta,10 de abril de 2015


Os internautas brasileiros estão entre os que passam mais horas conectados à internet. E boa parte delas é gasta em redes sociais.
O tempo online já ultrapassa o que antes era dedicado à televisão, de acordo com a pesquisa divulgada em dezembro de 2014 pelo Ibope. Num outro estudo realizado pela consultoria ComScore, por mês, os brasileiros passam 12,9 horas curtindo e compartilhando postagens de seus amigos em redes sociais, mais do que o dobro do período médio do resto do mundo, de 5,7 horas.
Não há nada de errado em conciliar o tempo das tarefas diárias com uma conferida nas postagens dos amigos e nas fan pages preferidas. O problema é quando a distração se torna a ocupação principal e acaba prejudicando o rendimento no trabalho e nos estudos.
Veja, a seguir, algumas dicas para quem quer reduzir o tempo conectado, sem que para isso seja preciso excluir os perfis nas redes sociais.
Tratamento de choque 
– Desabilite as notificações do aplicativo de e-mail, Instagram, Facebook, Twitter;
– Silencie as conversas nos grupos mais ativos no WhatsApp;
– Procure aumentar o intervalo de tempo entre as verificações de novas mensagens nas redes sociais;
– Quando estiver no trabalho, ou estudando, evite manter uma aba aberta no navegador para sites que possam comprometer a sua concentração;
– Somente habilite o chat do Facebook para um contato específico ou quando for enviar alguma mensagem.
Existem aplicativos e extensões para o navegador de internet que auxiliam na “reeducação digital”. Vale a pena buscar conhecê-los. 
Fonte: (G1)


Fonte: Na Hora

Precipitações pluviométricas!!

Pau dos Ferros 08 mm;
São Miguel 19 mm;
Dr. Severiano 30 mm;
Cel. João Pessoa 18 mm;
José da Penha 15 mm; 
Rafael Fernandes 16 mm;
Viçosa 04 mm;
Venha Ver 07 mm e 
Messias Targino 05 mm.
Fonte: Nosso Paraná/7º BPM
*Vale salientar que em outros locais numa mesma cidade, há variações nas chuvas.

Chove em 113 cidades da Paraíba, com destaque para Taperoá, e açudes ganham carga

Sexta, 10 de abril de 2015


Choveu em 113 cidades da Paraíba entre quarta (8) e quinta (9). De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a maior precipitação aconteceu no Cariri, no município de Taperoá, onde foram anotados 138,6 milímetros. Também foram registradas chuvas significativas em Cacimba de Areia (84,4 mm), Brejo do Cruz (74 mm) e São João do Cariri (73 mm). As precipitações provocaram recargas em vários açudes.

“Ainda estamos analisando os dados, mas já podemos adiantar que tivemos aumento no nível de pelo menos oito reservatórios: Sumé, Gurjão, Catolé, Tavares, São Domingos, Poço Redondo, Namorado e Engenho Arco Verde”, informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Alexandre Magno.

A previsão para esta sexta-feira (10) indica mais chuva no Sertão e Alto Sertão. Nestas regiões as temperaturas devem variar entre a mínima de 22°C e a máxima de 35°C. “A combinação entre a umidade presente no ar e o calor contribuiu para o aumento da nebulosidade. A tendência para esta sexta-feira é de nebulosidade variável sobre boa parte do Estado. Existe a possibilidade de ocorrência de chuvas qualquer hora, nas regiões do Agreste, Brejo e Litoral. Já no período da noite deverão ocorrer chuvas no semiárido paraibano”, informou a meteorologista Carmem Becker.


Fonte: Robson Pires

segunda-feira, 6 de abril de 2015

ZACARIAS FAZ DECLARAÇÕES SOBRE A SAÚDE DE SEVERIANO MELO

O amigo Zacarias faz declarações em grupo do whatsap sobre o que o mesmo passou no hospital de Severiano Melo.

   Galera, depois que falei com vocês a tarde tive uma crise de respiração,pressão arterial, crise nervosa e quase desmaiei. Fui socorrido pelos meus vizinhos, achei que não chegava vivo no hospital.Para complicar meu caso, não tinha medico no hospital, min perguntaram se tinha algum problema em Dagoberto min atender e respondi que não teria nenhum problema, até porque sei que ele é um excelente médico, ligaram para ele min atender e ele não veio,não sei o motivo pelo qual ele não pode vir,mas tinha uma senhora precisando de atendimento e ele veio rapidamente, mas tudo bem deixe isso pra lá, pois as duas enfermeiras que estavam de plantão me atenderam super bem, fizeram mais do que cabiam a elas de fazer, ainda bem que encontramos pessoas que realmente se doam pelo próximo. As enfermeiras entraram em contato com o medico pelo telefone e fui medicado, minha irmã que é enfermeira acompanhou tudo pelo telefone e fui medicado por as enfermeiras,que mais uma vez venho agradecer pelo empenho e dedicação pelo seu trabalho, graças a Deus fui medicado e já passo bem,já estou  em casa bem melhor. Mas foi um alerta, segunda feira estou indo mais minha irmã procurar um especialista na area para ver meu problema. Já entreguei minha vida nas mãos de Deus,o medico dos médicos. Mas fica minha indignação pelo o descaso da saúde do nosso municipio

Tenente Styvenson não faz mais parte da blitz da Lei Seca no RN





A população de Natal já estava acostumada. Quem bebesse e depois fosse dirigir, tinha uma grande chance de ser parado na Blitz da Lei Seca comandante pelo tenente Styvenson Valentim, que ficou nacionalmente conhecido pela “rigidez” durante as operações. Entretanto, depois de pedir, por diversas vezes, mais investimentos e valorização para os profissionais que participavam das abordagens, Styvenson optou por deixar o comando das ações. Agora, ele tem palestrado para jovens no interior do Rio Grande do Norte.


A informação da saída do comando da blitz da Lei Seca foi confirmada pelo próprio Styvenson em entrevista para o Jornal de Hoje na manhã desta segunda-feira (6). “Agora eu me dedico a palestras para educar os jovens, que mais para frente também irão se tornar motoristas. Falo com eles para que eles não virem essas pessoas sem educação que dirigem por aí”.
*Robson Pires

Justiça condena prefeitos cassados a bancar novas eleições nos municípios



Segunda, 06 de abril de 2015


A prática de atos ilícitos no processo eleitoral ou a tentativa de burlar a legislação para garantir a candidatura já fez com que 10 políticos brasileiros tivessem de ressarcir os cofres públicos em exatos R$ 262.207,80. O valor corresponde aos gastos da União com a realização das chamadas eleições suplementares – que ocorrem quando o candidato eleito com mais de 50% dos votos tem o registro indeferido ou o mandato cassado.

Segundo Agência Estado, a conta pode ficar ainda maior: podem entrar nos cofres outros R$ 3 milhões referentes a 84 ações já ajuizadas, a sete acordos fechados com ex-prefeitos e a outros 25 casos cujos processos estão sendo preparados pelas procuradorias da União nos estados.



Fonte: Robson Pires